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Era segunda, Ele ria
Tomando sol na velha varanda, com barba branca de marinheiro e a pele de mapas contíguos - montanhas delicadas de mármore. Olhando o quintal pelo brilho suave da água da piscina, no pensamento cachoeiras vazias, naufrágios de memórias que conduzia. As mãos dormentes apoiadas, o calor suportável e luminoso. Era segunda; ele ria. A saliva solta corrompia o riso, os dentes seguravam com força um homem inteiro satisfeito. Viu que surgiu um órfão, observando da cerca baixa como um
Sâmela Barreto
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